Another Words


For a pessimist, I’m pretty optimistic
28 de setembro de 2009, 8:52 PM
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medo de errar

Dessa vez, não tem uma história, nem um relato, nem mesmo um comentário. Eu até poderia falar sobre fotografia, art nouveau, revelações, despedidas e tantas outras coisas que aconteceram. Mas eu prefiro lembrar que esse foi “o dia que eu recebi o “oi!” mais interessante da minha vida”.

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Hello!
17 de setembro de 2009, 1:07 AM
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Hoje eu saí pra almoçar e o cara que perguntou se eu queria algo pra beber falou logo em seguida “você não lembra de mim, né?” Droga! Eu sempre lembro das pessoas, durl. O contrário é que não acontece com a mesma freqüência. Mas dessa vez eu só lembrava o apelido do menino, então eu tive que perguntar: “poxa, lembro. Mas esqueci seu nome…” Pronto, ele me contou o nome dele de novo e eu lembrei de tudo, hehe. Ótimo, a partir de hoje, nós seremos civilizados e falaremos oi um pro outro, quando eu for comer o frango com molho de requeijão delícia de lá.

Diferentemente do meu vizinho. A gente ia na mesma condução quando eu tava na quarta série. Pelo que eu me lembro, ele era meu amiguinho de jogar cartas do Pokémon, que era a sensação do momento. Ele era o carinha legal da condução e não implicava comigo. Eu achava ele bonitinho e tal, mas eu gostava mesmo era do Carlos Eduardo. Esse meu vizinho era da quinta série e ele passou no Colégio Militar. Pronto, nunca mais ouvi falar dele. Mas, poxa, o cara é meu vizinho (na verdade, ele mora na rua que fica atrás dos fundos da minha casa, mas mesmo assim…), uma hora eu ia ter que encontrar ele. Sei lá porque, mas eu só consigo que lembrar que a primeira vez que a gente trocou olhares de novo foi quando eu tava passando de carro com o falecido. Desde então, eu tenho visto ele de vez em quando, mas ele nunca demonstrou lembrar da Paula, que ia na condução da Beth, na quarta série do Garança, então, beleza… não ia dar uma de doidinha e dizer oi pro menino que não lembrava de mim.

Daí, um dia desses, eu tava saindo do estacionamento do IdA e vi uma amiga (a Giovana, hehe) de longe. Dei tchauzinho e tal. Ela tava com um menino, isso eu reparei. Depois dessa, veio ela me falar que eu sou vizinha do Fulaninho (e falou o apelido do menino).

– Quem???

– Fulaniiiiinho!

– Sei quem é não.

Quando ela me mostrou o orkut: ta-dam! O meu vizinho que ia na mesma condução que eu. Mas que coisa!!! Se o menino lembra de mim, por que é que não diz oi ou pelo menos dá um sorrisinho, só pra eu perceber que ele sabe quem eu sou?! Não tou nem aí. A próxima vez que eu passar na rua dele e ele estiver lavando o carro sem camisa (como sempre) e ficar olhando, prometo que vou dar um sorriso. Lógico que ele vai pensar que eu fiquei piradinha da silva ou que eu tou dando mole pra ele, mas não tou nem aí! Rebiscoito way of life. hahaha!