Another Words


Nothing’s changed
27 de julho de 2009, 12:52 AM
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Hoje eu percebi que é notável a minha mudança não proposital de vida e, até mesmo, de personalidade. Não proposital porque as coisas foram acontecendo e convergindo pra essa mudança e as pessoas que agora me cercam contribuíram pra isso.

O adjetivo usado foi “morna”. “Paula, você tá feliz? Porque você tá parecendo tão morna pra mim…”  O que eu ia dizer? Afinal, eu tou morna. Nada me acontece, eu morro de preguiça de tudo (principalmente porque não tem um ponto, já que nada acontece).  A vida de todo mundo parece andar em linha reta e a minha em círculos, onde nada novo aparece e tudo é repetição do que já aconteceu. Isso quando o círculo se movimenta.

Mas tudo que influencia atualmente minha vida é algum desastre que acontece na(s) faculdades (já que nada de surpreendentemente bom acontece) ou o sucesso ou fracasso dos meus amigos ou da minha família. E eu só fico observando as coisas acontecerem pra todo mundo e eu continuar aqui, com a minha vida de sempre. Não é por falta de vontade, eu juro. Eu tenho feito bastante coisa ultimamente, além de ir ao cinema, como eu sempre fiz.

Mas é uma coisa completamente fora do meu poder de alcance. As coisas não acontecem e pronto.

Eu não me lembro se já foi assim alguma vez na minha vida, mas as minhas amizades sempre me fizeram acordar pra vida. Eu sinto muita falta de muita gente do sigma, independente do grau de proximidade. Só a encheção de saco diária dos meninos me faz uma falta danada. Porque era lei: era eu chegar na escola pra começar a rir, mesmo eles me pentelhando por causa do meu mau-humor. Com as meninas, era fofoca o tempo todo. Sempre tinha uma súper novidade que mexia com o dia da gente. E, bom, se não tivesse, a gente falava de coisas em comum, tipo os professores.

Mas agora não tem nada disso e a única coisa que me aproxima das pessoas do sigma é a vontade de manter contato e o carinho que um sente pelo outro. Isso é ótimo, eu admito, mas não é uma coisa cotidiana como antes. Não tou falando só do pessoal da minha sala. Tem muita gente que, apesar de eu não conviver muito, me faz falta e eram essenciais pra me manter viva, no sentido metafórico da palavra.

Eu tenho algumas teses do porquê disso acontecer comigo: carma (é mesmo assim que vai ser minha vida, so sorry, Paula.), momento (por mais que seja eternamente duradouro), incapacidade de superar algumas coisas (é a que vai fazer mais sentido pra quem me conhece. O atraso da minha vida só acontece porque eu ainda tenho algumas coisas pendentes com o passado e eu preciso resolver isso pra seguir em diante. Apesar de eu ter certeza que tá mais que resolvido).

Tá, eu acho que acabei divagando mais do que queria. Enfim, é isso.

Eu acho isso muito bizarro: eu passei milênios sem postar e aqui tá mostrando o número de visitantes por dia. Fico me perguntando quem lê esse troço além da Lorena e da Vivian. Possivelmente a Anaïs, a Cibele ou até mesmo a minha mãe, que já me falaram que vem aqui de vez em quando. Isso contabilizaria 5, no máximo, estourando. Mas o gráfico aqui mostra 17 visitas em um dia só. oO E num dia que eu nem postei. Isso é MUITO bizarro. Enfim, até possíveis leitores. Sinto muito se minha vida não é tão interessante quanto vocês imaginavam ao visitar o blog. hahaha



12 de junho de 2009, 2:53 PM
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Oi.

Vim informá-lo, possível leitor, que existem 3 tipos de obrigação quanto ao objeto: de dar, de fazer ou não-fazer. Existem 4 tipos quanto à espécie: alternativa, facultativa, divisíveis/indivisíveis e solidárias.

E eu tive de estudar 6 horas pra aprender isso. :)

Meu futuro, com certeza, não é no Direito Civil. Assim, CERTEZA!

Ah, queria dizer que eu fiz uma coisa legal ontem: fui na torteria com uma amiga gracinha e ficamos conversando um tempão. Tá, nada demais, mas eu gosto de fazer essas coisas. Mais do que ir pra baladis. Se eu terminar meus estudos antes das 9 da noite, vou no cinema relaxar. Se não, vou amanhã.



A little something
8 de junho de 2009, 1:16 AM
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O fim do semestre se aproxima. Isso significa uma coisa: CAOS! :)

beigos, paulinhainlove. HAHAHA!

Depois venho contar essa aqui.



Stuck on you
10 de maio de 2009, 11:48 PM
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Eu poderia reclamar de todo o carma que eu carrego, de tudo que me acontece sem que eu possa escolher, mas se tem uma coisa que eu não tenho motivos pra falar um “a” é na minha mais longa, bizarra e interessante relação. Pra sua surpresa, possível leitor (que pode ser a Lorena, a Vivian, alguém que me conheça e que não me avisa que lê isso, um anônimo qualquer que se interesse pelas coisas que eu escrevo ou a minha mãe), não é o falecido.

Tudo bem, se você me conhece deve estar se perguntando “de que relação ela tá falando, afinal?”. Eu não estou me referindo a contato físico diário, ligações melosas à noite, cinema no final de semana, cerimônia chata de conhecer a família chata e toda aquela coisa própria de namoro, casamento e afins. O grande ponto-chave da relação é justamente o relacionamento entre as duas pessoas e isso não foi um pleonasmo. Então, eu poderia estar me referindo à minha amizade de quase 10 anos com a Déborah ou a de quase 8 anos (hihi) com a Lorena, assim como poderia falar dos quase 3 anos com o falecido ou dos quase 5 anos com a pessoa a que eu estou, de fato, me referindo.

Eu não vou contar historinha detalhada de como as coisas aconteceram. Na verdade, eu só queria falar da relação em si: uma mistura doida de não-tenho-nada-a-ver-com-você com uma outra coisa que eu não consegui definir. Uma outra coisa muito boa, eu digo.

Teve um tempo que eu pensei que fosse meu carma, que não importava o quanto eu tentasse seguir meu próprio rumo, as coisas conspiravam a favor dos dois rumos se encontrarem. Teve um tempo que era a minha obsessão, que era dia e noite pensando e falando sobre. Teve um tempo que eu esqueci da existência, ou pelo menos fingi, porque essa era a coisa certa a fazer. Até que chegou o tempo de impulsividade, que eu fiz a maior merda besteira do universo, mas que era também a melhor besteira que eu poderia ter feito na época. Teve ainda o tempo de tentar banalizar, achando que aquela coisa que a gente tinha acontecia com todo mundo o tempo todo. Veio então o tempo de colocar os pingos nos i’s, de acertar as coisas, de definir o que era aquilo e se aquilo era alguma coisa. Não era nada, não tinha nada pra se acertar e muito menos i’s pra serem colocados pingos. Chegou o tempo que eu racionalizei tudo e vi que não era e que nunca foi nada. E ficou assim por muito tempo. Por mais que coisas acontecessem, pra mim não era nada.

Um dia, não sei quando e nem porque, eu acabei percebendo que coisas aconteciam, logo era alguma coisa! Minha necessidade de definir foi indo embora, não porque eu me contentei com o que tinha, mas porque eu percebi que o “alguma coisa” é o que era. É o que é, na verdade. Não tem nome, não tem previsões, não tem regras ou certo/errado. E também não é a casa da mãe joana. Só é, entende?! E é nas horas que têm de ser ou que precisam ser.  E acho que é por isso que dá certo: as circunstâncias é quem determinam se vai ser.

E por mais estranha que essa relação pareça, ela é especial, sabe?! Não tá no grupo das que eu quero esquecer ou no grupo das que eu vou esquecer. Pra falar a verdade, eu tento não perder os detalhes, porque dá vontade de ficar lembrando, por ser uma coisa positiva.

Não é carma, não é obsessão, não é mais impulsividade, não tem definição, mas também não é banalizado. Não é nada e, ao mesmo tempo, é muito. Basta que seja na hora certa.



Nothing (again)
4 de maio de 2009, 4:34 PM
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O meu problema era falta de músicas e preguiça de estudar! E falta de criatividade. De que adianta ver coisas novas o dia todo, todo dia, se não saem da minha cabeça?

E eu não vou ter um twitter, não importa quanto cool seja. ¬¬

Blog Lover (L)

Odeio seminários e agora eu gravo meus estudos. Oitenho40anos!

Além de tudo isso, tou inchada que nem sei lá o que! Mas eu tou bastante inchada, que fique claro.

Beigos, possível leitor. Tenho que estudar pra minha prova oral. (Eu já tinha começado, mas fui ver se a gravação tinha funcionado e aí já sabe, né?!)



Nothing at all
4 de maio de 2009, 1:19 AM
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Não tenho sobre o que escrever. Não mais. Os momentos de muita turbulência ou de muita alegria servem pra isso e, basicamente, eu tenho vivido momentos normais. O feriado/fim de semana, por exemplo: foi aniversário do meu pai, eu respirei One Tree Hill, briguei feio com o Tiago (é o idiota do meu irmão, caso você não saiba, possível leitor) e comi. E eu até poderia falar o quanto eu odeio as coisas que eu odeio no Tiago, ou comentar sobre os 25 episódios que eu vi ou ainda falar sobre os 50 anos do meu pai. Acontece que não me vem motivação suficiente pra escrever bem sobre isso. Ou sobre nada, como eu tou fazendo agora. Se bem que, pensando bem, eu já não tou escrevendo bem sobre nada. Seria melhor não escrever bem sobre alguma coisa. hehe

Mas eu digo que a próxima semana (na verdade, essa) vai ser bem corrida. Eu tenho um seminário pra apresentar amanhã. Depois vou lá no bazar da Receita Federal, fingir que sou adulta. Depois vou ter momentos inesquecíveis (espero!) no meu quarto junto com o Júlio. heuheuhe É o  doutrinador de Direito Penal que eu leio, Mirabete. Piadinhas à parte: amanhã tenho de entregar um trabalho de penal e, como se não bastasse, terei prova oral. Tá… isso foi só na minha segunda-feira. Os outros dias eu paro pra pensar depois que segunda passar. E essa minha frase ficou poética. Na verdade, ficou sonora. hehe

Vou aproveitar que um dos possíveis leitores desse blog é minha amiga Lorena e mandar um recadinho pra ela: BROTHER, CADÊ VOCÊ?! CÁ ESTOU EU COM BABADÍSSIMOS, SAUDOSÍSSIMA E LOUCA POR UMA BOA FOFOCA E VOCÊ DESAPARECE! =)

A parte dos babadíssimos, na verdade, não é publicável. Dirty little secret. hehe Brincadeira. Na verdade nem são babadíssimos, mas eu preciso fingir que são, pra ver se ela aparece logo.

Oiqueroviajar!

Kate Nash consegue deixar qualquer criatura apaixonada, vai por mim…

E cá estou eu escrevendo aleatoriedades, pra variar. I wish that you knew when I said two sugars, actually I meant three.