Another Words


Against all odds
9 de setembro de 2009, 11:24 PM
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Eu tenho uma prova amanhã e tou aqui, vegetando na internet.Culpa das velhas borboletas, sem a conotação emo. Ok, pode ser a maior besteira que eu posso estar començando (gerundismo na veia, Fobis!) a fazer. Não tou nem aí, lógico. No começo, eu nunca tou nem aí. Nem no meio. Só quando me obrigam a chegar no final que eu começo a me arrepender mesmo.

Quero dizer, eu tava otimista, ouvindo System of a Down (uiui), fofocando com o Tiago, fazendo carinho no cão, morrendo de vontade de postar e bem humorada com a UnB. Maravilha! Que saco! Eba! Droga!

Tudo bem, eu acho que era disso que eu tava falando, quando pedi emoção e coisas novas, no começo do ano. Não exatamente desse jeito, mas eu também não especifiquei, my bad.

O fato é que cá estamos nós (no caso, meu id, ego e super ego – essa foi pra você, Lorena) freaking out por causa disso tudo. Tá, não é pra tanto. Mas eu tou com muita vontade de explodir e gritar.

Nossa, eu tou absurdamente incoerente, eu acho. Pra variar… É que eu nem sei se devo ficar feliz ou preocupada ou com raiva ou triste ou aliviada ou sei lá! Agora eu tou tudo isso junto, na verdade. Uma hora rindo sozinha e outra pensando “que merda!!!”.

O filme desse vídeo, “Wicker Park”, é muito bom! Eu nunca vi o começo dele, porque, da primeira vez, comecei a ver porque eu achei a atriz, Diane Kruger, muito familiar e não conseguia me lembrar que filme ela tinha feito e continuei vendo, pra ver se descobria (“Tróia”, by the way). Não tava entendendo nada do filme, mas tinha um conflito amoroso e uma mulher obcecada por um cara. E ainda tocava essa versão do Postal Service pra “Against the odds”. O suficiente pra eu continuar assistindo. No finalzinho, eu entendi o que tava acontecendo e amei o filme. Da segunda vez, também peguei pela metade, mas já sabia sobre o que era a história, aí fui prestando mais atenção no que acontecia e comecei a gostar mais ainda do filme.

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