Another Words


É A MÚSICA DO COMEÇO!
11 de abril de 2010, 2:15 AM
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Fiquei com dó de editar o post passado, que tá bem honesto. Mas tava cantarolando a parte da música aqui, pra ver se vinha uma luz e pensei no começo do filme. Fui no youtube lindão e PAM! não era “I see you, you see me”, MÃÃÃS as músicas realmente têm uma parte parecida (com muita criatividade e boa vontade, mas era a música que eu tava pensando anyway). Nice.

(o nome da música do início é “I can’t seem to make you mine”)

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I see you, you see me
11 de abril de 2010, 2:06 AM
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Botei na minha cabeça que a música dos créditos de “A Casa do Lago” era muito parecida com o final de “I see you, you see me”, the magic numbers.

Nem lembrava direito do filme, mas eu sempre mantive essa curiosidade em saber se era essa música ou não (até porque eu não me lembro onde eu a ouvi pela primeira vez e, na minha tese interna, eu acho que foi procurando a música dos créditos do filme).

Hoje eu vi que ia passar A Casa do Lago na Warner (dublado, blé) e fui ver o filme, louca pra chegar nos créditos. Acabou que eu revi o filme com muita boa vontade e amei de novo. E fiquei confusa de novo. Apesar de toda a ficção, eu ainda não tenho certeza se o roteirista foi coerente. Não vou nem começar a discutir isso, porque acabo dando um nó com as palavras e estresso e encerro o post. Anyway, choray. Lindo demais, mas vamos ao que interessa: os créditos!!!

“Tá, parem de se beijar. Cadê os créditos?” NÃO PASSA CRÉDITOS NA WARNER!!! Fuck, é o pior canal do universo. Os seriados mais toscos, os filmes dublados e SEM CRÉDITOS! Tá, até passa, mas a tela é dividida ao meio e fica com o som da metade que passa propaganda daquelas bostas de the big bang theory e two and a half men, boring, de menino.

Enfim, é lógico que eu não ia dormir curiosa desse jeito. Mesmo sendo 2 da manhã, vim aqui procurar os créditos no youtube lindão e acabei achando. Mas era uma música muito, muito aleatória, nada a ver com a do the magic numbers.

Daí eu fico imaginando da onde eu tirei essa história… porque minha vida toda (desde o lançamento do filme, óbvio), eu tinha essa comparação muito sólida na minha cabeça e toda vez que eu ouvia o instrumental do final eu lembrava dessa cena aí do lado e puff, vou ter que desapensar (nerd).

É isso, just for the record mesmo. Keanu Reeves, vc é gats, de um jeito muito particular, mas é, bjs.

Quero ver Doubt, que tava passando hoje na HBO, mas eu priorizei American Idol, lógico, e valeu súper a pena, porque os jurados gastaram a única repescagem com o fortão lá que é uma graça. (L) Até arrepiei na hora.

Enfim, tou gay, beijos.



Do fim de semana
8 de novembro de 2009, 10:57 PM
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De sexta

Minha mãe tinha pedido pra eu ir na rua das farmácias pegar um remédio que ela mandou manipular e eu aproveitei pra ir (a pé!) no Pátio, pra comprar um cartão postal (depois conto disso). Então, eu achei a oportunidade perfeita pra eu começar a executar minha meta 64 (ler um livro inteiro em uma livraria – pode ser em dias diferentes).

Entrei na Leitura e fui logo pra sessão de literatura estrangeira, que é a que eu me interesso mais, na verdade. Foi aí que eu percebi que eu tinha que fazer um plano pra poder executar a meta, começando pela escolha do livro. Eu não sabia que livro eu queria ler, porque tinha que ser um meio curto, com uma linguagem mais fácil, já que lá é meio barulhento e eu perco a concentração muito facilmente. Daí, eu escolhi um livro aleatório que me chamou atenção, “A chuva antes de cair”. Até comecei a ler, mas tinha um em cima da mesinha “1001 filmes para ver antes de morrer” ou algo do tipo e não teve como não checar que filmes tavam na lista. E daí, eu fiz minha lista de 10 filmes para ver antes de… sei lá! Para ver.

1- O Mágico de OZ

2- …E o Vento Levou

3- Rebecca, a Mulher Inesquecível

4- Os Sapatinhos Vermelhos

5- Cantando na Chuva

6- A um Passo da Eternidade

7- Amor Sublime Amor

8- Once

9- O Escafandro e a Borboleta

10- Pulp Fiction

Depois que fiz minha lista, comprei um pretzel e fui andando de volta atééé Pretzelmeu carro, que tava na 302. Daí, finalmente comi feliz e contente meu delicioso pretzel de chocolate.

Daí, cheguei em casa e baixei Once e O Escafandro e a Borboleta. Ótimos filmes, by the way. Once tem uma trilha sonora incrível (ouça a música abaixo, possível leitor)! Longe de ser meu tipo de filme, porque não tem final romântico, mas é uma história linda. O mesmo de  O Escafandro e a Borboleta: filme muito, muito bonito e nem é do gênero que eu costumo gostar. Bom, é isso. Eu queria escrever mais sobre os filmes, mas eu tou com muita preguiça. Fim. Great, great day.

De Sábado

Depois de ir na dinâmica da Lamparina e de pseudo-fazer o trabalho de PV1 com o Henrique, fui ver 500 days of Summer com a Isabella. Veja, possível leitor! Serião, a história e a trilha sonora são muito boas, a Zooey Deschanel tá incrível, o final não é nada Paula, o narrador é meio de Pushing Daisies e, bom… veja!



Psycho (meta 77)
5 de novembro de 2009, 10:42 PM
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psychoHoje eu vi (finalmente) Psicose! E a fama faz mesmo jus ao filme, nesse caso. Não é meu gênero de filme preferido, mas o filme é muito legal! O fato de ser preto e branco, que me parece ser bem desistimulante, foi o grande diferencial e atrativo do filme, que fica bem mais dramático. A trilha sonora também é muito massa, cara. É irritante na parte do chuveiro, porque todo mundo já encheu o saco daquela musiquinha, mas as outras são muito boas. E eu até tava simpatizando com o Mr. Bates! hihi, tinha achado ele cute e tudo (o personagem, não o ator).

Coincidentemente, passou no mesmo dia o remake do filme, de 98. Nooossa! O filme perde toda a graça e fica muito, muito tosco. Eu só vi uma cena, porque foi o que deu tempo (a que ela troca de carro), que nem tem nada de mais, mas perde toda a tensão que o original tem. Além do mais, nunca tinha visto um remake de um filme e o filme original, pra poder comparar.

E é menos 1 filme preto e branco na minha lista! :)



Against all odds
9 de setembro de 2009, 11:24 PM
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Eu tenho uma prova amanhã e tou aqui, vegetando na internet.Culpa das velhas borboletas, sem a conotação emo. Ok, pode ser a maior besteira que eu posso estar començando (gerundismo na veia, Fobis!) a fazer. Não tou nem aí, lógico. No começo, eu nunca tou nem aí. Nem no meio. Só quando me obrigam a chegar no final que eu começo a me arrepender mesmo.

Quero dizer, eu tava otimista, ouvindo System of a Down (uiui), fofocando com o Tiago, fazendo carinho no cão, morrendo de vontade de postar e bem humorada com a UnB. Maravilha! Que saco! Eba! Droga!

Tudo bem, eu acho que era disso que eu tava falando, quando pedi emoção e coisas novas, no começo do ano. Não exatamente desse jeito, mas eu também não especifiquei, my bad.

O fato é que cá estamos nós (no caso, meu id, ego e super ego – essa foi pra você, Lorena) freaking out por causa disso tudo. Tá, não é pra tanto. Mas eu tou com muita vontade de explodir e gritar.

Nossa, eu tou absurdamente incoerente, eu acho. Pra variar… É que eu nem sei se devo ficar feliz ou preocupada ou com raiva ou triste ou aliviada ou sei lá! Agora eu tou tudo isso junto, na verdade. Uma hora rindo sozinha e outra pensando “que merda!!!”.

O filme desse vídeo, “Wicker Park”, é muito bom! Eu nunca vi o começo dele, porque, da primeira vez, comecei a ver porque eu achei a atriz, Diane Kruger, muito familiar e não conseguia me lembrar que filme ela tinha feito e continuei vendo, pra ver se descobria (“Tróia”, by the way). Não tava entendendo nada do filme, mas tinha um conflito amoroso e uma mulher obcecada por um cara. E ainda tocava essa versão do Postal Service pra “Against the odds”. O suficiente pra eu continuar assistindo. No finalzinho, eu entendi o que tava acontecendo e amei o filme. Da segunda vez, também peguei pela metade, mas já sabia sobre o que era a história, aí fui prestando mais atenção no que acontecia e comecei a gostar mais ainda do filme.